Subi em um tubo que rodava em espiral de forma muito rápido. Cheguei a um lugar que parecia ser a consciência.
Só há consciência onde há amor.
Será que o amor e a consciência são lados do mesmo um? O grande um é feito de amor e consciência.
Dentro de nós, temos as duas coisas. A luz interna. A luz do amor e da consciência. Eles não podem ser vistos separados.
De repente vi meus membros encolhendo e só sobrando a centelha divina. O amor e a consciência não podem ser vistos, não podem ser contados. Não existe narrativa para eles. A narrativa é da esfera do pensamento.
O amor e a consciência são.
Não são contínuos como uma história, são manifestos. E só quando a consciência cessa, é que eles podem se manifestar.
Só há sofrimento no pensamento. Tanto o pensamento triste, quanto o pensamento alegre são ilusórios. A consciência e o amor são neutros. Campo onde não há tristeza, nem alegria. Não há nada.
Mas é esse entendimento do nada que me conecta com o todo.
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