Todo mundo quer ser amado.
Todo mundo tem uma vaga lembrança de um sentimento de pertencimento, de unidade.
E é como se a gente passasse a vida inteira buscando essa sensação, mas é como se a gente tivesse esquecido o caminho.
A mente nos faz acreditar, por meio de crenças, que esta sensação de amor está relacionada ao outro. Mas, na verdade, a mente só conhece o desejo. Amor vestido de desejo. Desejo que nasce na mente e está envolto em controle, expectativa, inveja, ciúme...
Então, a gente segue buscando aquela sensação de conforto e pertencimento, pelo caminho errado.
Só quando a mente se aquieta, há espaço para o verdadeiro amor se manifestar. Isso acontece como lampejos ao longo da vida. Quando estamos distraídos, sem nossos pensamentos. Quando estamos em contato com a natureza ou quando olhamos distraídamente um desconhecido.
Nesses momentos, reconhecemos o verdadeiro amor. Aquele de origem, que só pode nascer no coração














