E ela andava na escuridão. E não havia nada. Nem medo.
Ao andar, começou a tocar o nada. E o nada começou a se iluminar, como pontinhos de luz na escuridão.
Alguns desses pontinhos se apagavam, logo após. Mas outros pontinhos, tornavam-se mais fortes e ficavam cada vez mais iluminados.
Estes tinham força para seguir seus caminhos.
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